Aí ás vezes eu penso em largar tudo e sair por aí. Arrumar um trailer, uma kombi, um barco, só basta que agüente muita estrada, ou água. Pela frente muitos caminhos eu teria, muitas pessoas conheceria, e quantas experiências teria. Pouca coisa na mala, mas um desejo grande pra seguir pra qualquer lugar, pra onde o impulso me carregar. É doido isso. Penso, penso, penso. O que é que tanto falta pra sair do lugar? E fico.
Fora do ar
No tempo que é um lugar, no espaço que é um passar
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
domingo, 21 de abril de 2013
peso. é isso que minha mente sente nesse momento.
escorrem palavras soltas, impulsionadas pelo breve pensamento e vontade de dizer algo.
cheio de buracos, longe de uma reflexão linear, ele flui desconexo e se perde antes do fim.
ainda busco a leveza que outrora minha alma sentiu.
parece que quanto mais consciente de tudo, mas sem sentido as coisas se tornam.
cada vez mais, o sentimento de não pertencer a tudo isso.
escorrem palavras soltas, impulsionadas pelo breve pensamento e vontade de dizer algo.
cheio de buracos, longe de uma reflexão linear, ele flui desconexo e se perde antes do fim.
ainda busco a leveza que outrora minha alma sentiu.
parece que quanto mais consciente de tudo, mas sem sentido as coisas se tornam.
cada vez mais, o sentimento de não pertencer a tudo isso.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
sábado, 13 de outubro de 2012
há sempre muito a ser dito, lido, visto e ouvido. há muito a ser escrito, mas as palavras se perdem antes de chegar a boca. não sei pra onde vão, as vezes as encontro perdidas sujas e esquecidas dentro de mim. mas raramente consigo dar significado a ela. me esforço pra juntar essas palavras e espero agora que ninguém as leia.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
não sei onde tudo aquilo se perdeu.
roupas, brincos, um sorriso que vinha de dentro, da alma.
perdi alguma parte da minha vida, parte que não há memória.
não entendo onde foi parar toda a emoção, a vontade de que as coisas fossem diferentes.
me afundo em um comodismo, apenas ver a vida passar em branco e ir embora.
que parte eu perdi?
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
antes era tudo poesia
não sei onde procurar o que era tão simples
e que se deixou esconder tão fundo
me perco entre cheiros que se misturam ao meu
procuro tua respiração em outros corpos
teu abraço mais puro, tua música em minha alma
a derreter-me em esperança
só resta esperar que ela acabe de uma vez
pra não ter que sofrer tua ausência tanto quanto
esperar tua volta
não sei onde procurar o que era tão simples
e que se deixou esconder tão fundo
me perco entre cheiros que se misturam ao meu
procuro tua respiração em outros corpos
teu abraço mais puro, tua música em minha alma
a derreter-me em esperança
só resta esperar que ela acabe de uma vez
pra não ter que sofrer tua ausência tanto quanto
esperar tua volta
sexta-feira, 7 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
passo
uma a uma
como as folhas que caem e são levadas pelo vento em silêncio
um dia após o outro vão sendo subtraídos e levados pelo tempo
como a espera do amanhã por um dia melhor
(em que certamente seremos mais felizes)
por um dia a menos, um dia a menos, um dia a menos...
sei que ontem fui feliz
certamente amanhã tambem.
hoje me vejo derreter em agonia,
esperando que se torne amanhã.
como as folhas que caem e são levadas pelo vento em silêncio
um dia após o outro vão sendo subtraídos e levados pelo tempo
como a espera do amanhã por um dia melhor
(em que certamente seremos mais felizes)
por um dia a menos, um dia a menos, um dia a menos...
sei que ontem fui feliz
certamente amanhã tambem.
hoje me vejo derreter em agonia,
esperando que se torne amanhã.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
verte
a vi cantando e balançando os braços pra mim,
e a vontade de enxergar se tranformou num desfoque
não lembrava daquela imagem desfocada
até que percebi que eram meus próprios olhos que borravam
e perdi o foco.
o encanto perdeu-se entre gastas palavras de amor, ternura, carinho
e transformou-se em pura vertigem te ver dançar
e ainda imaginar que seria possível te ter em mim
outrora sólida.
e a vontade de enxergar se tranformou num desfoque
não lembrava daquela imagem desfocada
até que percebi que eram meus próprios olhos que borravam
e perdi o foco.
o encanto perdeu-se entre gastas palavras de amor, ternura, carinho
e transformou-se em pura vertigem te ver dançar
e ainda imaginar que seria possível te ter em mim
outrora sólida.
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